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"Aprovei o trabalho remoto"

O servidor Douglas das Chagas Almeida Lima acredita que o período serviu de reflexão para melhorias no trabalho e na relação familiar

Douglas das Chagas Almeida Lima, 39 anos, ingressou no Estado há 10 anos na carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG). Atualmente, exerce o cargo de Assessor de Políticas e Redes Logísticas. Entre suas atividades estão a de formular documentos para o Sistema Integrado de Gestão de Aquisições (SIGA) e a de orientar os setoriais sobre a legislação na área de logística do Estado e a utilização do SIGA e demais sistemas eletrônicos de logística.

Casado e pai de duas crianças (uma de 5 e outra de 10 anos), Douglas trabalhou de março a julho no teletrabalho. Segundo ele, foi preciso muita conversa e “jogo de cintura” de toda a família para se adaptar à nova rotina. “Em relação ao trabalho, houve aumento na produção da equipe, pois muitas dúvidas surgiram em relação às compras para o Estado no momento vivido e, mais ainda, por conta da renovação do corpo técnico em parte dos órgãos e entidades”, declara.

“No início, o problema do home office foi não ter horário. Muitas vezes trabalhei mais de 12 horas e isso não estava legal. Passei a reservar um tempo para a família também. Minha filha, de 10 anos, passou a ter aulas onlines, mas tanto a escola quanto ela não estavam preparadas para isso. Então, eu precisava estar presente para ajudá-la. Minha esposa e eu também tentamos transmitir tranquilidade. Ela está na pré-adolescência, então sente mais a falta de socialização do que o irmão”, completa. 

Em relação ao futuro, Douglas considera que o motivo para a mudança de vida foi realmente muito triste, mas ele prefere ver como uma oportunidade de melhoria de vida como um todo. “No trabalho, sei que não vale para todos, aprovei o home office: as atividades foram mais bem geridas e as metas foram atingidas, mesmo com o aumento considerável de demanda. Também aumentou a convivência familiar – o que considero importantíssimo como cidadão. Este período me mostrou uma outra possibilidade de realizar meu trabalho e uma nova forma de ver o mundo, além de ter me proporcionado passar mais tempo com a família”, finaliza.

Fonte: Seplag / SECC
Foto: Arquivo pessoal